fbpx

Artigos marcados com a categoria: Saúde

alteracoes-hormonais-varizes-angioplastica

Alterações hormonais podem ser causadoras de varizes?

Muitos fatores podem levar a formação de varizes.

 

Estilo de vida, ocupação profissional e fatores relacionados à saúde, todos  podem levar a formação de varizes e teleangectasias em pessoas predispostas. Mas para as mulheres em particular, alterações hormonais são muito importantes neste aspecto. Estas alterações  que ocorrem principalmente durante a puberdade, gestação e menopausa, afetam a quantidade de sangue corpórea e seu fluxo pelas veias.

 

Puberdade e doença venosa

 

A puberdade causa alterações nos níveis hormonais, e alguns destes podem causar um enfraquecimento das paredes das veias. Estas, enfraquecidas, com a pressão causada pelo fluxo sanguíneo, podem se dilatar, causando as varizes. Adotar uma nutrição saudável e exercícios regulares, podem ajudar a manter as veias com um mínimo de alterações durante a adolescência e os anos de adulto jovem.

 

Gestação e doença venosa

 

Gestação e a principal causa de varizes em pessoas com predisposição. Resultando num grande aumento dos hormônios circulantes, esta causa também num aumento da quantidade de sangue circulante, predispondo as veias a dilatar. Na mulher gestante, o útero cresce e sobrepõe pressão nas veias adjacentes, forçando estas a trabalhar mais para o retorno do sangue para o coração. A boa notícia e que as varizes da gestação tipicamente melhora nos três primeiros meses após o parto, entretanto estas podem piorar após cada gravidez.

 

Os efeitos do tratamento hormonal

Utilizar estrogênio, progesterona e pílulas anticoncepcionais também podem alterar a parte hormonal e os vasos sanguíneos, enfraquecendo as paredes venosas, levando a formação das varizes. Exercício físico continuado, hábitos alimentares saudáveis, com ingestão de fibras, elevação das pernas algumas vezes ao dia, massagens ou drenagens, podem retardar ou amenizar o aparecimento e sintomas das varizes.

exercicios prevenção varizes

Os melhores exercícios para Varizes

  • Publicada em: 21 novembro, 2019
  • Categorias:

Em seguida listaremos os melhores exercícios para prevenir as varizes dos membros inferiores.

Caminhada: Melhor exercício. Além do alongamento, propicia as pernas e veias um aumento na circulação através da compressão excelente das veias e músculos.

Natação: Propicia que o coração e as pernas fiquem no mesmo nível, facilitando o retorno do sangue venoso, evitando o refluxo sanguíneo.

Musculação: Uma variedade de exercícios de pernas permite que estas fiquem num nível mais alto que o coração, facilitando o retorno sanguíneo. Trabalhe para que possa manter as pernas elevadas em exercícios por pelo menos um minuto cada.

Levantamento de tornozelo e dedos: Se permanecer de pé durante o trabalho, levante-se sobre os dedos dos pés e flexione os calcanhares. Realizar ao menos 30 vezes ao dia, contraindo e relaxando os músculos. Isto ajuda a comprimir as veias e músculos, facilitando o retorno do sangue venoso superiormente em direção ao coração, diminuindo a possibilidade de refluxo para as pernas.

Exercícios aeróbicos: Os de baixo impacto facilitam o retorno venoso ao comprimir a musculatura da panturrilha, a bomba que auxilia o retorno venoso do sangue para o coração.

Dança: Além de ser um ótimo exercício para todo o sistema cardiovascular, é um grande momento para compartilhar com os amigos.

Estes são os melhores exercícios para varizes dos membros inferiores. Porém, tenha cuidado de varia-los, a fim de tornar esta rotina agradável e prazerosa.

banner-cirurgia-plastica-adolescencia-angioplastica

Cirurgia plástica na adolescência

Nas grandes cidades brasileiras os adolescentes procuram cada vez mais frequentemente consultórios de cirurgia plástica.  Criou-se com isso a necessidade de um cirurgião plástico mais familiarizado com o problema do adolescente, do ponto de vista subjetivo e objetivo.  Este profissional deve conhecer as diferenças biológicas do corpo do jovem, em relação ao adulto geral, suas modificações e seu comportamento frente uma cirurgia plástica e medicações específicas.  

O cirurgião plástico que trabalha com adolescentes tem que conhecer a maneira de pensar própria e específica desta faixa etária.  Engana-se quem pensar que o trabalho realizado com adolescentes e adultos jovens é apenas uma adaptação do que se faz em pessoas das mais diversas idades.  

Os adolescentes trazem expectativas únicas que quando não bem compreendidas, podem levar a frustração e desânimo por parte destes jovens.  É necessário conversar com o paciente longamente e entender os motivos que o levaram a buscar ajuda na cirurgia plástica. Orientamos que se possa conversar longamente com o adolescente separadamente de seus responsáveis e também juntos deles, para que possamos avaliar precisamente suas expectativas sem filtros parentais.  O paciente jovem tem que sentir que você está do lado dele, mesmo que seja para contra indicar um procedimento, o que acontece com alguma frequência quando percebemos que a motivação é incoerente, as expectativas são irreais e o potencial de resultado limitado.   

Os pacientes adolescentes e adultos jovens tem como característica básica a urgência e a negação.  Eles acreditam que seu problema tem que ser resolvido o mais rápido possível e nada de errado poderá ocorrer com eles na busca de seus objetivos.  Isto quando não adequadamente avaliado por um cirurgião treinado leva a procedimentos mal indicados, pós-operatórios mal conduzidos e prejuízo no relacionamento médico-paciente.  Por outro lado, pais de adolescentes, acreditam que o problema trazido para o médico não é importante, que é influência passageira de amigos. Acreditam também que qualquer risco cirúrgico é injustificado.  

Nestes anos nos adequamos para poder trabalhar com adolescentes e adultos jovens da melhor maneira possível.  Toda a equipe, desde a primeira consulta, a fisioterapia pós-operatória, e eventual acompanhamento psicológico (com psicólogo especialista em adolescentes) que possa necessitar é realizado por pessoas treinadas no relacionamento com estes pacientes.

 

Joel Jacobovicz é médico formado pela Universidade Federal do Paraná (1990), membro titular e especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Veja como reduzir o risco de trombose

Vai viajar? Veja como reduzir o risco de trombose

Se você está pensando em viajar nos feriados de final de ano e férias nestes próximos meses, tenha em mente que longas horas sentado podem significar um risco de TVP, a  trombose venosa profunda. Veja como reduzir o risco de trombose.

 

De acordo com a Sociedade Americana de Cardiologia, 1 em cada 1000 americanos desenvolve trombose venosa profunda todo ano, e longas viagens em carros e aviões
contribuem para muitos destes casos.

Durante períodos prolongados de imobilidade, o fluxo sanguíneo nas pernas fica restrito e lento. Fluxo sanguíneo lento pode predispor a formação de coágulos. Se ocorre esta formação nas veias profundas das pernas, este evento é conhecido como trombose venosa profunda. Nas condições mais sérias, um fragmento do coágulo sanguíneo pode se desgarrar e parar nos pulmões. Conhecido como embolia pulmonar, esta condição e
potencialmente fatal se o coágulo for grande.

Reduzindo seu risco de trombose venosa profunda e
coágulo sanguíneo

Mantenha–se em movimento

Aproveite todas as situações que te permitam uma pequena caminhada ou esticar suas pernas. Caminhe no corredor do avião por alguns minutos durante voos longos. Se você não conseguir sair do seu acento, mova os pés para cima e para baixo. Isto causa uma contração da musculatura da panturrilha e contrai as veias das pernas, auxiliando no retorno sanguíneo.

Mantenha–se hidratado

Tenha certeza de beber uma boa quantidade de líquidos. Evite café e álcool, que podem causar desidratação, fazendo com que as veias se comprimam, o sangue fique mais
espesso, podendo propiciar o aparecimento de coágulos. Opte por água e sucos.

Auxilie a circulação

Evite cruzar demais as pernas ou utilizar meias muito apertadas. Utilize meias elásticas medicinais, receitada por um especialista, principalmente se tiver algum fator de risco maior para trombose venosa profunda. Os fatores de risco incluem: sobrepeso, idade maior de 60 anos, gestação, utilização de pílulas anticoncepcionais, varizes dos membros
inferiores ou outras condições venosas.

escleroterapia-ablacao-angioplastica

Escleroterapia X Ablação por Laser Endovenoso: Qual o melhor tratamento para as suas varizes?

Se você sofre de varizes, provavelmente já ouviu falar dos tratamentos mais comuns:  escleroterapia e laser endovenoso. Se você busca uma melhora nos seus sintomas, mas não sabe a diferença, descubra agora como funciona cada um destes tratamentos.

Tamanho das veias

A escleroterapia, seja por líquido ou por espuma, é utilizada para tratar varicoses ou varizes de menor calibre. Se você tiver varizes  de médio ou grande calibre, um dos
tratamentos utilizáveis é a ablação por laser endovenoso.

Diferenças dos procedimentos

A administração dos dois tratamentos é bastante diferente. A Escleroterapia envolve a injeção de medicamentos por dentro das veias doentes, causando nelas uma irritação química, encolhimento da parede venosa, colapso destas e eventual desaparecimento. A escleroterapia pode utilizar liquido ou espuma como medicamentos.

Já a ablação com laser endovenoso utiliza energia térmica proveniente de uma fibra de laser ou um cateter especial inserido por dentro das veias doentes. Esta energia térmica também causa um colapso e eventual desaparecimento posterior destas.

Diferença de custos

Normalmente o tratamento com a escleroterapia tem um custo menor que o da ablação com laser endovenoso. Várias sessões de escleroterapia podem ser necessárias para um ótimo resultado final do tratamento. Entretanto, podem existir varizes maiores que necessitam outro tipo de terapêutica, como a ablação por laser. Estas veias são
normalmente mais profundas na pele e necessitam ser avaliadas por ultrassom doppler colorido.

 

Muitos pacientes precisam de uma combinação dos tratamentos para um melhor resultado. A única maneira de saber qual opção de tratamento e a melhor para o seu caso, consulte um experiente especialista em doenças venosas, angiologista e cirurgião vascular.

>